sexta-feira, 15 de junho de 2018

Bom de ver


Hoje ganhei um pequeno par de asas. Vesti-me e deixei-as me levar. Vou voar até onde elas me levarem. Falar de amor, espalhar meus sonhos, fazer com que a poesia da vida alcance outras pessoas.
O dia mal começara quando saí, levada pelas mãos de uma amiga. A leveza do voo fez-me sentir nas nuvens. E feliz.  Na alegria do caminho, nem sei ao certo quanto voamos. Sei apenas que aterrissamos em um lugar encantado, cheio de graça, cor e poesia.
Em instantes, fui percebendo que estava no mundo mágico da literatura: havia livros, desenhos, montagens de cenas, enfeites; havia projetos inteiros representados em cenas e palavras; havia murais coloridos, agradáveis aos olhos; e ali, naquele mundo paralelo de tantas belezas, encontrei “A menina que queria ser vento”, bem nas alturas, com suas asas imaginárias. Em mais alguns instantes, vindas de todos os lados, havia crianças, muitas crianças. Os pequenos iam e vinham, seguindo seus orientadores, segurando a blusinha uns dos outros, em uma ciranda confusamente organizada.
 Acompanhei aqueles passos. Os olhos brilhantes procuravam este ou aquele enfeite mais bonito, paravam, queriam ver de perto e tocar. O burburinho das vozes encheu o salão. Voz de criança é diferente, tem ritmo e cadência, tem musicalidade, tem harmonia. E acompanhei aquilo tudo com alegria e uma pontinha de saudosa lembrança: tempos em que eu fazia parte daquele universo.
Mais uns passos e quedou-se o balé dos pequeninos. Acomodados em cadeiras, foram convidados a participar da atração principal: o lançamento de um novo caminho a ser trilhado. Acompanhei-os com simplicidade, como se criança fosse. A festa foi animada. Ali saudamos a Pátria, brincamos, cantamos, assistimos a uma bela historinha, ouvimos. Falou a Secretária da Educação, falou o Prefeito, falou a coordenadora do projeto. Era a materialização do sonho literário: o Projeto Bom de Lê, das escolas municipais, lançando o concurso de desenho para 2018. A partir dali, vão ter muito trabalho, de leitura, escrita e desenho. Precisam caminhar bastante, sonhar, voar cada vez mais alto, até a chegada de outra festa, naquele mesmo lugar.
Então fui levada pelas mãos e apresentada aos pequenos. E aos grandes também. Fui convidada a participar desse projeto tão envolvente. Vi-me ali, frente a todos aqueles rostinhos que me olhavam curiosamente, e o coração se agigantou. Comecei a falar de sonhos, de histórias, de vida e poesia; falar do mundo mágico da leitura que nos faz ganhar asas e voar, cada vez mais longe, em busca de nossos ideais. É a ciranda das palavras, que nos leva pelas mãos, em uma dança alegre, viva, cheia de cores e formas, e nos eleva, cada vez mais alto, impulsiona nossas ideias, faz-nos donos do nosso destino...
Hoje, quando acordei, bem cedinho, ganhei um pequeno par de asas. Entreguei-me ao momento e aceitei voar. Achei que fosse apenas sonho. Agora, já de volta, trazida pelas mesmas asas, conduzida pela mesma amiga, sei que foi um sonho real. Tomara possa ser concretizado plenamente e que as asas me levem, mais uma vez, quando for o momento certo.
Luisa Garbazza

15 de junho de 2018

Lançamento do Projeto “Bom de Lê”,
das escolas municipais de Bom Despacho. 




 






segunda-feira, 11 de junho de 2018

Cuidados com o que é nosso



No princípio, Deus criou o céu, a terra e tudo o que neles contém; criou o homem à sua imagem e semelhança. E Deus contemplou a sua obra e viu que tudo era bom. Deu, então, ao homem toda essa imensidão, para que cuidasse e dela tirasse o seu sustento.
Todos nós, cristãos, conhecemos essa passagem bíblica presente no Livro de Gênesis. Deus criou esse mundo com todas as suas maravilhas e deu-o de presente à sua melhor criatura: o homem. E a ordem foi dada: “Enchei a terra e submetei-a”.
Assim, em todos esses anos, o homem tira da terra o seu sustento e, consequentemente, é responsável por preservá-la da devastação. No entanto, movido pelo desejo de sempre ter mais e de maneira mais fácil, o homem tem causado danos à natureza, alguns irreversíveis. Hoje estamos colhendo os frutos provindos dessa maneira imprópria de explorar os bens naturais; entre eles a falta de água, que já bate à nossa porta.
A Igreja Católica, sempre preocupada com as questões sociais e com a natureza, já propôs várias vezes, através da Campanha da Fraternidade, temas sobre o cuidado com a casa comum para serem discutidos e possam servir de ponto de partida na luta pela preservação da natureza.
Dentro desse plano da Igreja, a Diocese de Luz está sempre propondo ações de alerta e de atitudes concretas para a prevenção dos desgastes ecológicos. Um aspecto que merece atos constantes é o cuidado com a água, por ser berço da nascente de um importante manancial: o Rio São Francisco. Em 16 de setembro de 2018, a diocese sediará, dentro das ações que marcam seu centenário, a celebração final da 21ª Romaria das Águas de Minas Gerais, que acontecerá em Lagoa da Prata. Em preparação para esse evento, as paróquias foram convocadas a fazer a “Pré-Romaria”, uma movimentação para conscientizar a população sobre os cuidados que devemos ter com o ambiente em que vivemos e a preservação da água, bem indispensável à nossa sobrevivência. 
A Paróquia Nossa Senhora do Bom Despacho, conforme combinado na reunião do Conselho Forâneo, realizará um concurso de redação e desenho sobre o dever que todos temos de cuidar da nossa água. Todos os alunos das escolas situadas aqui na paróquia serão convidados a participar dessa corrente ecológica. O encerramento desse movimento – com entrega de prêmios – será realizado na Praça da Matriz, no dia catorze de julho, às nove horas da manhã.
Se você é aluno, participe desse momento de conscientização e proponha atitudes para salvarmos nossos mananciais. Se você é pai ou mãe, incentive seu filho a participar. Seja um agente transformador da dura realidade em que vivemos, para que não se repita a escassez de água pela qual passamos em 2017.
Todos nós somos responsáveis pelo cuidado devido ao planeta que recebemos de presente das mãos do bom Deus. Precisamos estar sempre atentos aos atos de economia: fazer uso da água sem desperdício. Façamos nossa parte, por pequenina que seja, para vivermos em um lugar livre de poluição, com água pura e em quantidade suficiente para atender às necessidades de todo o povo de Deus.
Que a Romaria das Águas seja mais que um simples movimento: seja um ato de fé, coragem e gratidão e que leve a tomadas de consciência e atitudes concretas em prol do direito à vida e da necessidade da água para que vivamos plenamente.
Luisa Garbazza
Publicado no Jornal "Paróquia N. Sra. do Bom Despacho
Junho de 2018


sábado, 2 de junho de 2018

Maria, nossa padroeira


Nossa Senhora do Bom Despacho, também conhecida como “Senhora do Sol”, é um dos milhares títulos atribuídos a Maria. As primeiras devoções a Maria com esse título começaram a surgir no século XVII, em Portugal, na cidade de Cervães. Depois a devoção alcançou outras cidades e foi se espalhando. Aqui chegou trazida pelos portugueses que ajudaram a povoar esta região, primeiramente chamada de “Freguesia de Nossa Senhora do Bom Despacho do Picão”. Aí começa a nossa devoção.
         Nós, bom-despachenses, temos o privilégio de morar nesta cidade nascida sob o manto de Nossa Senhora. Sim, temos como padroeira Maria, com o título de Nossa Senhora do Bom Despacho. Esse título, às vezes mal interpretado, ou não entendido, é, talvez, um dos mais significativos. Quando foi instituído, era Nossa Senhora do Bom Despacho das Almas, aquela que intercedia para que as almas fossem despachadas para o céu após a morte. Hoje, apenas Nossa Senhora do Bom Despacho, nossa intercessora durante a vida e também quando partimos para a eternidade. Por isso é tão importante invocarmos Maria com esse título. Com seu olhar de Mãe, ela despacha em favor dos seus filhos e filhas, e assim os livra do mal, do pecado, de tudo o que pode afastá-los de Deus.
A eficácia protetora de nossa padroeira é muito forte, embora seja pouco requisitada. Ou pouco divulgada. Uma devota fervorosa foi minha mãe, dona Maria Garbazza, “filha de Maria”, que alimentou, por toda a vida, um amor profundo pela Mãe de Deus. Lembro-me de suas palavras, contando as ocasiões em que a ela recorreu. Por mais de uma vez, mamãe saiu da Santa Casa, ou de algum consultório médico, com um filho e um diagnóstico desfavorável. Aturdida pelas palavras negativas e sem esperança do médico, sem saber o que pensar ou o que fazer, ia refugiar-se na Matriz, prostrar-se diante do Santíssimo Sacramento, pedir a graça a Deus através da intercessão de Nossa Senhora do Bom Despacho. A resposta vinha nas palavras do médico, enquanto analisava os exames, na próxima consulta: “Não tenho explicação.” Ou “A senhora é uma mulher de muita fé.” Ela sabia que Nossa Senhora havia analisado seus pedidos e despachado favoravelmente.
         Para exaltar e bem celebrar Nossa Senhora do Bom Despacho, não havia, durante todos esses anos, uma data específica. Mais de uma vez, houve mudanças nesse sentido. Nos últimos anos, no entanto, foi escolhido o dia 31 de maio, que agora foi oficialmente instituído como o “Dia da Padroeira”, que o é não apenas de nossa paróquia, mas de toda a cidade de Bom Despacho. Temos então um dia dedicado especialmente a ela, que espera de nós, seus devotos, o carinho de filhos que somos. Assim, precisamos cultivar e divulgar a devoção a Nossa Senhora do Bom Despacho, nossa mãe, nossa padroeira, nossa intercessora e, principalmente, aquela que há de despachar nossos pedidos a seu filho Jesus, para que os leve a Deus. E que, um dia, há de fazer nosso último despacho, com o carinho de Mãe, devolvendo-nos aos braços do Pai.
Nossa Senhora do Bom Despacho, rogai por nós.
Luisa Garbazza
Maio de 2018
Jornal "Paróquia Nossa Senhora do Bom Despacho"

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Parabéns, Bom Despacho!



Bom Despacho, minha terra natal,
nela nasci, meu lugar é aqui.
Cidade sorriso, terrinha especial,
torrão amado onde sempre vivi.

Bom Despacho, quero vê-la progredir,
a justiça acontecer e a paz aqui reinar.
Assim o povo possa realmente sorrir
e toda gente suas grandezas exaltar.

Nesses 106 anos de existência,
abençoada seja, terra altaneira,
por Deus em sua onipotência
e por Nossa Senhora, nossa padroeira.

Luisa Garbazza
1º de junho de 2018: 
aniversário de Bom Despacho

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Instantes de vida


É muito prazeroso ler poesia. Dar vida a cada verso, parar em uma palavra ou outra, sentir a emoção de se conectar com outro universo.
É melhor ainda escrever poesia. Deixar o coração à larga e a mão – Amo escrever à mão, apesar das modernidades. – ir registrando cada sentimento, a palavra única, especial, que toca a alma e provoca outros sentimentos.
Mas a graça maior está em viver a poesia. Foi exatamente o que vivi na manhã desta sexta-feira: a poesia da vida.
Convidada pela professora – e amiga – Tânia, fui à Escola Municipal Dona Duca para falar às crianças, apresentar meu livro e contar-lhes minha história: “A menina que queria ser vento”. Tudo ali era poesia: o acolhimento da diretora e demais funcionários, a educação das crianças, a organização e ornamentação do ambiente, os trabalhos dos alunos.
O que aconteceu então, aquele contato prazeroso com os pequenos, foi lindo, pura poesia. Ver todos aqueles pares de olhos olhando-me, prestando atenção nas minhas palavras, brilhando ao escutar minha história, foi mágico.
 A presença dos alunos que queriam levar meu livro e a alegria ao registrar a dedicatória foram versos que saíram carregados de afetos, de rimas e de sons.
Receber, depois de tudo, a ternura, o carinho, o sorriso e o abraço dos pequenos foram os versos finais, os mais lindos, que compuseram os momentos poéticos que preencheram as linhas de minha manhã.
Gratidão imensa. Gratidão sentida, vivida, extravasada.
Luisa Garbazza
18 de maio de 2018















segunda-feira, 14 de maio de 2018

Materialização da poesia



Sempre amei os livros, desde bem pequena. Em casa não os havia. Morava nos arredores da cidade, então, a maratona – quase diária – até à Biblioteca Municipal, para buscá-los era percorrida com gosto. Às vezes lia o livro pelo caminho, tamanha a ansiedade. Cresci lendo, escrevendo, contando histórias. Como eu gostava – e ainda gosto – desse universo! Imaginava mil coisas além daquelas que preenchiam as páginas do livro.
Já com os filhos criados, comecei a escrever mais sistematicamente e a publicar meus escritos. De repente, fui chamada de “Escritora”. E acreditei. Em pouco tempo, estava com meu primeiro livro nas mãos. Uma tarde, enquanto aguardava um aluno, peguei o lápis – Amo escrever a lápis! – e comecei a rabiscar umas palavras. Era o esboço de um livro, minha primeira historinha para crianças. Saiu, assim, sem planejar. Nunca havia pensado em publicar um livro infantil. Mas ele veio: presente de Deus. Poesia e leveza compuseram aquelas páginas. Fiquei muito contente com o resultado.
A publicação e a divulgação desse livro foram momentos de muito encantamento. Em cada criança eu via o brilho no olhar e as palavras de incentivo. E ainda: “Quando você vai fazer outro livro?” Só o tempo dirá. O que importa são as ocasiões marcantes de encontro entre as crianças e o livro. E os depoimentos das mães, sobre o momento da primeira leitura, os comentários sobre a história, a menina que ficou no quintal imitando a personagem, o menino que carregava o livro para todos os lugares aonde ia, e tantos outros.
A maior surpresa, no entanto, aconteceu no sábado, 12 de maio. Expus meus livros lá na Praça da Matriz, como faço de vez em quando, para divulgá-los. A Praça estava alegre, movimentada: um evento da faculdade, escoteiros espalhados, crianças brincando, pessoas procurando um presente para o Dia das Mães. A Banda de Música veio chegando para nos presentear com suas canções. Algumas pessoas já haviam se interessado pelos meus livros, principalmente as crianças: Gabriel, Arthur, Elena, Rafael, Levi. Estava feliz.
Mais alguns minutos e vejo passando uma ex-aluna – Suzana – com seus netinhos. Convidei-a para conhecer meus livros. Ela veio chegando e me cumprimentou, com a alegria que lhe é peculiar. A netinha – Júlia – foi logo ver os livros. Chegou, com brilho nos olhos, e observou cada um. Indagou sobre o valor. Pegou então meu livro infantil: “A menina que queria ser vento, eu quero este”. E sem esperar a opinião da avó, abriu cuidadosamente sua bolsinha. Vi que havia duas notas. Ela tirou uma das notas e entregou-me. Segurou o livro com uma mão e começou a questionar sobre os outros, com olhar de quem queria mais. Expliquei que aqueles eram livros para pessoas com um pouco mais de idade. Com ar de contrariedade, ela não ficou satisfeita: continuou a manusear os livros. Então eu disse: “Este aqui serve para sua mãe. Você já comprou o presente para o Dia das Mães?” – A avó confirmou minha fala. – O olho brilhou novamente. Sem hesitar, abriu a bolsinha, retirou a outra nota e entregou-me. Pegou com gosto o outro livro e sorriu realizada.
O coração era todo ternura quando a abracei e disse a ela o quanto aquele momento me deixara feliz. Vê-la se interessando tanto por livros, a ponto de pegar seu próprio dinheirinho e gastá-lo todo para comprá-los, foi o ponto máximo de minha caminhada de escritora. Foi doce, mágico, foi pura poesia em instantes de vida.

Luisa Garbazza
12 de maio de 2018
Véspera do Dia das Mães

Agradeço imensamente à Suzana e à pequena Júlia por me proporcionarem essa alegria tão grande, tão bela, inesquecível. 

sábado, 12 de maio de 2018

Dia de Lembranças



Mãe, palavra única e bela;
som que embala a vida, afaga a alma, sonhos revela,
torna-se a representação física do amor.
Mãe, doce e suave essência da vida,
aquela que é sempre exaltada e querida
pelos que gerou e criou com primor.

Mãe, minha mãe!
Mais uma vez estamos às voltas com o “Dia das Mães”.
O meu virou “Dia de Lembranças”.
Lembranças da senhora, minha mãe, que me acompanhou por tantos e tantos anos.
Deu-me a vida, ensinou-me a andar, a falar.
Apresentou-me ao Papai e à Mamãe do céu e ensinou-me a rezar.
Foi minha mãe, minha professora, minha catequista, minha amiga, minha companheira...
Por tantas vezes, nas horas de dores físicas, foi minha médica e minha enfermeira.
Ensinou-me a amar Maria, a confiar em Jesus e a me abandonar em Deus.
Foi exemplo de força, de luta, de resignação, de perseverança, de fé e, acima de tudo, de esperança.
Hoje já não está mais aqui.
Olho para trás e vejo-a em tudo que vivi.
Sinto sua doce presença em cada curva do meu caminho.
Ah! As lembranças!... Elas que alimentam meus dias.
Lembrança da pura e bela existência de minha mãe...
Tantos filhos, tantos problemas, mas tanto amor.
Lá está você, minha mãe, cuidando de cada um de nós...
Carregando lenha e vasilha de água na cabeça; lavando roupas, muitas roupas; cozinhado para tanta gente; costurando, noites a dentro: remendando, cerzindo, emendando, refazendo;
Lá está você pelejando com a vida, fazendo o melhor que podia para cada filho. Tarefa nem sempre fácil. Aliás, tarefa assaz difícil. E você a fazia com força e delicadeza, com autoridade e doçura... e outros paradoxos, pois viver com tanta suavidade, só mesmo com muita poesia. Preenchia as faltas – tantas – que a vida nos impunha. Fazia-nos ver a vida com olhos de esperança. Mantinha a dignidade e a confiança no Pai.
Lá está você, minha mãe, cuidando de mim: penteando meus cabelos, vestindo-me, acompanhando meus passos pela vida, em cada momento, cada dia, cada etapa vivida.
Como não viver de lembranças?
Você é presença mais que viva; faz parte de mim, dos meus dias, dos meus pensamentos, das minhas orações.
Sinto-a tão perto!... Vislumbro-a em todos os lugares, percebo sua presença, seu sorriso tão lindo, sua intercessão.
Obrigada por ter sido a “minha” mãe. Por fazer-me ver a vida desta maneira tão especial. Por ensinar-me a buscar as coisas simples, a sorrir mesmo nas horas difíceis. Obrigada por deixar-me como herança a fé em Deus, seu maior legado.
Parabéns, minha mãe. Abraço apertado para a senhora.
Minha alegria é saber que a senhora vai receber o abraço mais especial de todos: daquela que a acompanhou pela vida afora, todos os dias de sua existência e hoje é sua companheira no céu: sua mãe e madrinha, Nossa Senhora.
Com amor de filha: doce, enorme, especial, infinito...                                                                                                             Luisa Garbazza
12 de maio de 2018
Véspera do Dia das Mães.